Tomás Rodrigues: o jovem que transformou a sua aldeia num reality
Com apenas 19 anos, a partir de uma pequena aldeia em Mortágua, Tomás Rodrigues criou um reality original: “Eu vivo na aldeia, é claro que…”
Com apenas 19 anos, a partir de uma pequena aldeia em Mortágua, Tomás Rodrigues criou um reality original: “Eu vivo na aldeia, é claro que…”, um projeto que rapidamente conquistou milhares de pessoas — atualmente com mais de 15 mil seguidores no Instagram e 22 mil no TikTok. Apaixonado pela multimédia, decidiu aprofundar os seus conhecimentos ao frequentar o curso de Técnico de Multimédia na EPVL – Escola Profissional Vasconcellos Lebre, na Mealhada. No 12.º ano, ao preparar a sua Prova de Aptidão Profissional (PAP), ainda não tinha bem definido qual seria o projeto final. Após muita reflexão, procurou uma ideia que pudesse unir as suas duas paixões: as redes sociais e a multimédia. Assim nasceu o reality que viria a marcar o seu percurso académico e criativo.Segundo a diretora de curso de Multimédia da EPVL, Ana Mannarino, o Tomás sempre foi um “aluno dedicado no que diz respeito ao plano curricular”, mas também “um aluno participativo nas atividades extracurriculares”. A professora destaca ainda que com os seus colegas o Tomás foi um aluno “alegre, pacificador, cooperante” e termina dizendo: “o Tomás foi um aluno extraordinário!” No que diz respeito ao reality que o Tomás apresentou na PAP, Ana Mannarino sublinha que o “projeto é inovador, criativo, pois nunca houve nada igual apresentado na escola”. Na opinião da diretora de curso, o “Tomás abriu precedentes para uma nova temática” .Em entrevista, Tomás Rodrigues partilhou como tudo começou, desde os primeiros...
Com apenas 19 anos, a partir de uma pequena aldeia em Mortágua, Tomás Rodrigues criou um reality original: “Eu vivo na aldeia, é claro que…”, um projeto que rapidamente conquistou milhares de pessoas — atualmente com mais de 15 mil seguidores no Instagram e 22 mil no TikTok. Apaixonado pela multimédia, decidiu aprofundar os seus conhecimentos ao frequentar o curso de Técnico de Multimédia na EPVL – Escola Profissional Vasconcellos Lebre, na Mealhada. No 12.º ano, ao preparar a sua Prova de Aptidão Profissional (PAP), ainda não tinha bem definido qual seria o projeto final. Após muita reflexão, procurou uma ideia que pudesse unir as suas duas paixões: as redes sociais e a multimédia. Assim nasceu o reality que viria a marcar o seu percurso académico e criativo.Segundo a diretora de curso de Multimédia da...
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Autor: Jornal Frontal
