IAPMEI acredita incubadora do Curia Tecnoparque
O Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) aprovou a candidatura apresentada pela Câmara Municipal […]
O Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) aprovou a candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Anadia para a Certificação da Incubadora do Curia Tecnoparque. Em breve o espaço de gestão municipal fará parte da lista de entidades acreditadas para a prestação de serviços de incubação, denominada “Vale Incubação”.
“A acreditação foi aprovada pela Comissão Diretiva das Autoridades de Gestão dos Programas Operacionais, pelos Conselhos Diretivos do IAPMEI e pelo Turismo de Portugal”, começa por esclarecer a autarquia anadiense. Desta acreditação resultará a integração do Curia Tecnoparque no “Vale Incubação”, ou seja, numa “medida que visa dinamizar a capacidade empreendedora e fomentar as condições para a aceleração e o sucesso de novas empresas, apoiando o desenvolvimento do negócio por via da contratação de serviços de Incubação a incubadoras previamente acreditadas”, esclarece a edilidade.
No âmbito dos “Vales Incubação”, os serviços apresentados pelas entidades acreditadas têm como objetivo “acelerar e fomentar pelo período máximo de um ano, a capacidade empreendedora e as condições para o sucesso comercial nacional e internacional de novas empresas, geradas por um empreendedor ou numa equipa de empreendedores, em atividades relacionadas com indústrias criativas e culturais, e/ou setores com maior intensidade de tecnologia e conhecimento ou que valorizem a aplicação de resultados de I&D na produção de novos bens e serviços, potenciando o sucesso no mercado de novas startups, em atividades inovadoras e de valor acrescentado”.
Recordamos que a Incubadora de Empresas do Curia Tecnoparque foi criada em 2016 e está, atualmente, sob a tutela do Município de Anadia, tendo como parceiros a Universidade de Aveiro e o Politécnico de Coimbra. Segundo refere a edilidade, este espaço “tem como missão produzir um impacto económico na região favorecendo o clima de inovação e de empreendedorismo para a criação e o sucesso de novas empresas” e acrescenta que “a Incubadora tem como áreas preferenciais as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), a Viticultura e Enologia, a Mobilidade Suave, a Saúde e Bem-Estar, Energias e Ambiente, Desporto, Turismo e Termalismo, Cerâmica e o Setor Agrícola e Florestal”.
Relativamente ao espaço de incubação, a infraestrutura dispõe de 11 gabinetes individuais e uma área para coworking, com capacidade para cerca de 10 pessoas. Para o exercício de atividades de incubação, o município tem protocolos com a Rede Nacional de Incubadoras, Incubadora de Empresas da Região de Aveiro (IERA) e a Rede de Incubadoras de Empresas da Região Centro (RIERC). Neste momento o espaço tem quatro empresas instaladas fisicamente e uma virtualmente, estando prevista a entrada de mais quatro projetos.
Segundo avança a autarquia, existe intenção de “dotar aquele espaço de novos serviços de apoio às empresas incubadas ali instaladas”, acrescentando estar para breve a entrada em funcionamento do Gabinete de Apoio ao Empresário e ao Empreendedor (GAEE).
Autor: Jornal Frontal
