Segunda-feira, 13 de Abril de 2026 às 11:18

Documentário sobre Branquinho da Fonseca está a ser filmado em Mortágua

Documentário sobre Branquinho da Fonseca está a ser filmado em Mortágua

Fotografia: Município de Mortágua

Fotografia: Município de Mortágua

Fotografia: Município de Mortágua

Fotografia: Município de Mortágua

Fotografia: Município de Mortágua

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Documentário sobre Branquinho da Fonseca está a ser filmado em Mortágua
Fotografia: Município de Mortágua
Fotografia: Município de Mortágua
Fotografia: Município de Mortágua

Região

Documentário sobre Branquinho da Fonseca está a ser filmado em Mortágua

O filme é realizado pelo seu neto, Luís Branquinho

O documentário sobre o escritor Branquinho da Fonseca, filho de Tomás da Fonseca, e as Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian encontra-se em fase de rodagem, pela Produtora Maria & Mayer, em Mortágua.

Das cenas do filme destacam-se recriações históricas filmadas em Mortágua, em locais como o Trilho das Quedas de Água das Paredes, o Espaço Museológico Raízes e Memórias na Marmeleira, Praça do Município, Mortágua Arena, Cabeço do Sr. Do Mundo e nas localidades do Painçal e das Laceiras.

O documentário é realizado pelo seu neto, Luís Branquinho, “com a participação da comunidade local na figuração, Mortágua é uma das grades protagonistas neste filme”, realça o Município de Mortágua.

Um dos protagonistas do documentário “é a famosa carrinha castanha que trazia os livros para entrega gratuita aos leitores. Os livros eram depois devolvidos na volta da carrinha. Muitos mortaguenses lembram-se dessa carrinha, conduzida pelo Sr. Nélson, de Mortágua, que percorria as aldeias do concelho. Era com entusiasmo e ansiedade que crianças, jovens e adultos aguardavam a chegada dessa carrinha que vinha carregada de livros e de sonhos”, descreve a Autarquia de Mortágua.

O escritor mortaguense Branquinho da Fonseca (filho de Tomás da Fonseca) iniciou, organizou e dirigiu o Serviço das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, entre 1958 e 1974. As bibliotecas itinerantes tiveram um papel pioneiro e relevante no acesso ao livro e na promoção dos hábitos de leitura numa época em que a maioria da população, sobretudo nas regiões do interior do país, não tinha possibilidades de comprar livros.

CulturaMortágua

Autor: Jornal Frontal

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