Sábado, 23 de Maio de 2026 às 08:01

Combate aos incêndios da Região de Coimbra “reforçado” quer manter “zero” mortes

Combate aos incêndios da Região de Coimbra “reforçado” quer manter “zero” mortes

Combate aos incêndios da Região de Coimbra

Combate aos incêndios da Região de Coimbra "reforçado" quer manter "zero" mortes

Combate aos incêndios da Região de Coimbra “reforçado” quer manter “zero” mortes
Combate aos incêndios da Região de Coimbra

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Combate aos incêndios da Região de Coimbra “reforçado” quer manter “zero” mortes

Protecão Civil quer “baixas zero” na época de incêndios, à semelhança de 2025

“O combate aos incêndios exige inteligência operacional”, afirmou hoje o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra durante a apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), que revelou este ano estar “mais preparado, mais integrado e mais robusto”.

Carlos Tavares disse que o objectivo primordial do DECIR é manter a região sem registo de mortes – como afirma: com “baixas zero” -, dando, por esta ordem “prioridade à vida, aos bens e depois à floresta.”

“O sucesso operacional depende, não apenas da quantidade de meios, mas sobretudo da coordenação, rapidez de decisão, disciplina operacional e segurança da população e dos bombeiros”, sublinha, destacando os recursos de apoio à decisão, entre estes os dados da videovigilância e de imagens de câmara térmica fornecidas por um novo drone da Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra, que entrará ao serviço em junho.

O responsável da Proteção Civil Sub-Regional adianta que o combate se desenrola num “binómio terra – ar” e sublinha que os meios aéreos, ligeiros ou pesados, não decidem só por si o desfecho de um incêndio. 

Na fase mais crítica, estarão disponíveis em permanência 175 equipas, compostas por 775 elementos, dos quais 514 são bombeiros, e que serão apoiadas por 178 veículos. Este ano, a Região conta com mais quatro máquinas de rasto, num total de 16, para os 19 municípios, em que 55% do território é florestal.

O país encontra-se, desde 15 de maio, no segundo nível de empenhamento operacional (BRAVO), a que se seguirá o CHARLIE, de 1 a 30 de junho, e o DELTA, que consiste no nível máximo de prontidão com meios reforçados, de 1 de julho a 30 de setembro.

Bombeiros

Autor: Maria da Graça Polaco

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