Antigo posto de turismo poderá ser ponto de venda para a Docealhada
O pedido para ocupação do designado “Posto da Polícia”, sito junto ao Parque da Cidade, no IC2, e que outrora […]
O pedido para ocupação do designado “Posto da Polícia”, sito junto ao Parque da Cidade, no IC2, e que outrora serviu a população como posto de turismo do município, foi feito pelos proprietários da Docealhada e levado a reunião de câmara, no passado dia 4 de março. O executivo não levantou objeções, aprovando, inclusivamente, uma proposta de permanência por um ano.
De acordo com Rui Marqueiro, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, o espaço não tem, neste momento, “utilidade nenhuma” e recorda que nunca o pediram ao município.
Em discussão esteve o período de conceção do local à confeitaria mealhadense. Inicialmente, a proposta de Rui Marqueiro apontava para a disponibilização do espaço por seis meses ou mesmo um ano, para aferir se “a Mealhada ganha com isso ou não”, referiu.
Hugo Silva, líder da coligação “Juntos pelo Concelho da Mealhada”, considera que seria positivo dar a possibilidade da Docealhada ocupar o espaço até janeiro, atendendo a que o mês de dezembro “é francamente positivo a nível de vendas”. Por outro lado, Nuno Canilho, vereador da Câmara Municipal da Mealhada, entende que a cedência nesse período não é prudente, “será preferível fazer um contrato por seis meses, do que estarmos a dar o Natal, porque estamos a abrir um precedente”, considera.
Para Hugo Silva, o facto a ter em maior consideração é o do espaço estar “parado há anos”, além de que, na sua perspetiva, “não existe nenhum critério penalizante para os munícipes e restantes empresários” em permitir a permanência da Docealhada até dezembro, a única questão é saber se o espaço é viável mesmo no Natal”, refere.
No final da discussão, Rui Marqueiro lança à mesa do executivo a proposta de concessão por um ano, com a possibilidade de a Docealhada poder acompanhar o Município em algumas feiras, e deixando a possibilidade aos proprietários para “denunciar o contrato mesmo antes de cumprir o tempo previsto”. A proposta foi aceite pelo executivo, por unanimidade, faltando acordar com os proprietários da confeitaria os termos do contrato de concessão.
Autor: Jornal Frontal
