2025 UM ANO DE FOGOS
“Não admira, pois, que quando em 2025 a temperatura subiu exageradamente nos termómetros e trovoadas lançaram uns raios sobre a terra mãe”
Nem sempre depois da tempestade vem a bonança e após o fatídico ano de 2017 com sessenta e seis mortos nos malogrados incêndios de Pedrogão Grande não se colheram, na orla inútil da politica local nenhuns ensinamentos, nada se fez pela saúde de um interior-norte ao abandono, bem pelo contrário o caminho das politicas seguiram por Lisboa, por projetos dos seus aeroportos e pontes sobre o Tejo, caminhos de ferro que ainda não passaram do papel, promessas de crescimento que não aconteceram e melhor vida para o povo português que, ao contrário do prometido se vê com problemas mais graves , quer na saúde, onde as ambulâncias se tornaram maternidades, na habitação onde a oferta de habitações é a preços incompatíveis com os rendimentos dos portugueses na compra de casa ou arrendamento, quer no custo de vida que se tornou um exercício difícil numa constante subida. Neste clima e ambiente de insegurança , foram esquecidas as matas, os vales, os montes, as aldeias e vilas do centro e norte do país no que tocaria a limpeza do património natural , na previsão de novos fogos florestais futuros e sobretudo na segurança das pessoas habitantes naqueles lugares onde não chega a beira mar nem a elite preponderante da capital, dos meninos da linha de Cascais, das praias algarvias, num Algarve que caminha a passos largos para um turismo possível de abrandar pela desbaratização capitalista das suas bondades naturais na beira mar...
Nem sempre depois da tempestade vem a bonança e após o fatídico ano de 2017 com sessenta e seis mortos nos malogrados incêndios de Pedrogão Grande não se colheram, na orla inútil da politica local nenhuns ensinamentos, nada se fez pela saúde de um interior-norte ao abandono, bem pelo contrário o caminho das politicas seguiram por Lisboa, por projetos dos seus aeroportos e pontes sobre o Tejo, caminhos de ferro que ainda não passaram do papel, promessas de crescimento que não aconteceram e melhor vida para o povo português que, ao contrário do prometido se vê com problemas mais graves , quer na saúde, onde as ambulâncias se tornaram maternidades, na habitação onde a oferta de habitações é a preços incompatíveis com os rendimentos dos portugueses na compra de casa ou arrendamento, quer no custo...
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Autor: Ferraz da Silva
