Tomás Almeida: “Quero chegar ao topo do ranking mundial no karaté”
Com apenas 4 anos, Tomás Almeida surpreendeu os pais ao dizer que queria aprender karaté. Descrito como “irrequieto”, foi por […]
Com apenas 4 anos, Tomás Almeida surpreendeu os pais ao dizer que queria aprender karaté. Descrito como “irrequieto”, foi por conselho da professora da pré-primária, a Dona Helena, que lhe foi sugerida a prática de uma atividade física que ajudasse a canalizar a energia e a promover a concentração. O karaté surgiu então como a escolha ideal. Hoje, com 17 anos e residente na Vacariça, Mealhada, Tomás Almeida, já é cinturão negro, conta como tem sido o seu percurso no mundo do karaté, numa entrevista onde partilha experiências, conquistas e desafios. Desde os primeiros treinos no antigo “Pampi Gim”, passando pela integração no Núcleo de Karaté da Pampilhosa (NKP), até à emocionante convocatória para representar a Federação Nacional de Karaté, já na escola Karaté Coimbra, o jovem atleta conta como esta arte marcial moldou não apenas o seu físico, mas também a sua disciplina, determinação e forma de estar na vida. Iniciaste a aprendizagem de karaté com o objetivo de te acalmares. Conseguiste?Sim, ajudou-me muito. No início era muito irrequieto, mas com o karaté aprendi a controlar melhor a minha energia e a focar-me. Hoje sinto que sou mais calmo, disciplinado e consigo enfrentar as situações com mais serenidade. Existem vários estilos de karaté, qual é o que tu praticas?Neste momento pratico Shukokai na Escola de Karaté Coimbra, mas durante muitos anos pratiquei Shotokan. Quais as diferenças entre os dois estilos?Essencialmente as diferenças notam-se nas técnicas e nas Katas.(As katas...
Com apenas 4 anos, Tomás Almeida surpreendeu os pais ao dizer que queria aprender karaté. Descrito como “irrequieto”, foi por conselho da professora da pré-primária, a Dona Helena, que lhe foi sugerida a prática de uma atividade física que ajudasse a canalizar a energia e a promover a concentração. O karaté surgiu então como a escolha ideal. Hoje, com 17 anos e residente na Vacariça, Mealhada, Tomás Almeida, já é cinturão negro, conta como tem sido o seu percurso no mundo do karaté, numa entrevista onde partilha experiências, conquistas e desafios. Desde os primeiros treinos no antigo “Pampi Gim”, passando pela integração no Núcleo de Karaté da Pampilhosa (NKP), até à emocionante convocatória para representar a Federação Nacional de Karaté, já na escola Karaté Coimbra, o jovem atleta conta como esta arte marcial moldou não...
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Autor: Jornal Frontal
