CTT vão lançar a 42ª edição do “Portugal em Selos”
É a “mais antiga publicação do mundo dedicada a selos e que reúne todas as emissões filatélicas do ano[…]”
Os CTT– Correios de Portugal lançam a 42.ª edição do livro Portugal em Selos a partir de hoje, dia 10 de novembro. É a “mais antiga publicação do mundo dedicada a selos e que reúne todas as emissões filatélicas do ano”, segundo o comunicado dos CTT.
Nesta edição, conforme indica a mesma fonte, “a obra ganha um destaque especial com a inclusão de uma réplica em ouro do selo da emissão “Carlos Paredes – 100 anos”, certificada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Com esta novidade, os CTT procuram aproximar-se ainda mais dos seus leitores e colecionadores, unindo tradição, arte e inovação.” A declarações dos CTT descrevem ainda que “com uma tiragem limitada a cinco mil exemplares numerados, esta edição contém ainda 67 selos, 15 blocos, 1 booklet com seis selos autoadesivos, uma folha especial e uma folha miniatura.”
Em 2025, comemoram-se “efemérides notáveis, todas elas em torno da figura do Autor enquanto criador, guardião e transmissor de conhecimento: os duzentos anos do nascimento de Camilo Castelo Branco, 100 anos do nascimento de Carlos Paredes, e ainda o centenário da fundação da Sociedade Portuguesa de Autores, instituição que assegura a proteção dos direitos de autor em Portugal, e a salvaguarda do património e dos valores culturais que modal a identidade da nossa sociedade”, expressam os CTT, no seu comunicado.
A mesma fonte informa que “inspirado por este enquadramento, Jorge M. Martins elegeu o tema do Portugal em Selos deste ano, o Autor enquanto “Guardador de Memórias”, numa alusão à obra poética de Alberto Caeiro, o Guardador de Rebanhos. Trata-se de um tema de invulgar oportunidade, não apenas pelos acontecimentos assinalados em 2025, mas também porque, na vertente filatélica, o que serão os CTT senão os guardadores da memória histórica nacional (e internacional) perpetuando nos selos de correio, «personagens, criações, efemérides, histórias e patrimónios que fazem parte do que há de mais profundo e genuíno na tradição, na cultura e na alma portuguesas?»”
Fotografia: CTT– Correios de Portugal
Autor: Jornal Frontal
